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16/09/2011 - 06:32 - Chinês me dê uma casa! - Esperança na juventude

Chinês me dê uma casa!

A Cohab de Curitiba conta com uma história de quase 50 anos com grandes esforços, mas sempre sucumbindo à histórica falta de recursos

Juntamente com o transporte, a habitação é certamente um dos problemas mais difíceis de enfrentar no gerenciamento de uma cidade. De um lado, recursos financeiros sempre limitados; de outro, uma população crescente; e de outro ainda, menor disponibilidade de terrenos. Essa é uma equação que não pode mesmo dar certo. O resultado é conhecido: mora-se mal, toma-se muito tempo para se deslocar e as casas encolhem.

O déficit habitacional, com pessoas sem casa para morar ou morando em condições subnormais, é o que traduz essa situação. Para entender essa questão, interessa saber também onde se constroem as casas, ou como a cidade cresce: em edifícios, em casas individuais, em invasão e em conjuntos habitacionais de interesse social do padrão Cohab. Ainda não temos entre nós os grandes empreendimentos habitacionais que criam novas cidades, para população acima de 100 mil ou 200 mil habitantes. Os chineses o fazem não apenas em seu país, como exportam projetos e obras para vizinhos mais pobres. A Cohab de Curitiba conta com uma história de quase 50 anos com grandes esforços, dedicação e ineditismo de projeto, mas sempre sucumbindo à histórica falta de recursos, falta de terrenos próximos às áreas mais centrais e ao conhecido empobrecimento da população que sofre para pagar financiamentos. Passaram-se décadas nas quais o esforço de empresas municipais dedicadas à redução do déficit habitacional pelo Brasil tiveram de lutar contra algo que lhes é muito maior. Acertaram na ação, mas não puderam acertar na escala de tamanho do problema.

É difícil concordar com o fato de que nosso solo urbano e metropolitano seja ocupado pela decisão limitada do proprietário da terra. Eu construo aqui, um outro ali, outro ainda invade acolá, a Cohab inaugura um conjunto e as construtoras se espalham com suas obras por onde lhes é mais conveniente.

Como adequar esse mosaico que se forma ao longo de um grande período de tempo com o desenho que o planejamento quer para a cidade? Claro, leis existem; temos Plano Diretor, zoneamento e lei de parcelamento. Mas tais instrumentos são utilizados apenas quando da decisão individual de se construir ou das próprias prefeituras. Mesmo sob os auspícios de uma forte recuperação econômica, continuamos viciados na pequena intervenção.

Na região metropolitana de Curitiba, assim como em menor dimensão na capital, ainda se fazem loteamentos para 100 ou 200 terrenos, os quais aguardarão a decisão e capacidade de o proprietário construir sobre ele. Mesmo com uma taxa de crescimento demográfico em forte desaceleração, essa prática apresenta resultados anárquicos frente às diretrizes do planejamento e irrisórios frente à enorme demanda por moradias. Mesmos com a taxa de crescimento em queda, ainda temos um passivo que se iniciou nos anos 1970, quando deixamos de ser rurais e viemos morar nas cidades deste país. Para um problema dessa dimensão, a única solução é saber aproveitar os recursos financeiros e o momento de otimismo que agora parecemos ter.

Os chineses anunciaram a construção de uma cidade, ao norte de Hong Kong, com mais de 40 milhões de habitantes, agregando grandes cidades já existentes, mas preenchendo os vazios segundo diretrizes regionais. Pode ser um pesadelo morar nesta cidade de tamanho sem fim, mas a culpa não é da ideia, é da demanda.

Exemplos de cidades completamente novas, há mais de uma década, deixam de ser exercício onírico de urbanistas; ao contrário, são planejadas, construídas e imediatamente ocupadas, com fila de compradores interessados. Alguns exemplos, asiáticos: New Sondo City, na Coreia, abrigará, ainda em 2015, 80 mil apartamentos e tudo o que se precisa para viver numa cidade. Xangai, numa inciativa de atender à demanda sobre seu próprio território, propõe a construção de sete outras cidades em seu entorno oeste; a maior delas abrigará mais de 1 milhão de habitantes.

Em Luanda, capital da Angola, os chineses constroem uma nova “constelação” urbana que poderá abrigar mais de 200 mil habitantes: Kilamba Kiaxi. As obras estão prontas, os apartamentos à venda já são disputados entre os que poderão pagar 200 mil dólares em 20 anos. O padrão construtivo é médio, a densidade é alta. Mas isso impressiona e anima, a solução parece existir, ainda mais quando sabemos que a culpa dessa escala apocalíptica não é do projeto, mas da demanda, que é grande. Na próxima vez que pensarmos em déficit habitacional em Curitiba, vale se aconselhar com os chineses.

Clovis Ultramari, arquiteto, é professor na PUCPR.

Esperança na juventude

Precisamos em primeiro lugar, redescobrir nossa missão de professores como uma tarefa muito mais ampla que o mero ensino-aprendizagem de uma matéria específica

Acabo de retornar de uma experiência inédita que vale a pena testemunhar neste espaço: minha participação na Jornada Mundial da Juventude em Madri. Fui como religioso praticante, pesquisador educacional e guia turístico de 70 universitários. As sensações, percepções, emoções e insights foram as mais diversas, mas todas elas muito enriquecedoras e inesquecíveis. E o balanço final foi este: uma imensa esperança nesta nova juventude que está surgindo!

Críticos dizem que este evento foi mais uma experiência religiosa sem grande profundidade, em que jovens de 170 países aproveitaram a ocasião para viajar, fazer turismo, divertir-se, conhecer gente e terminar suas férias de verão ou inverno. Sou da opinião de que se tratou de muito mais do que isso: vimos uma demonstração de que a Igreja de Cristo mantém sua pujança e vitalidade, e que uma nova juventude está surgindo em nossa aldeia global.

Enquanto contemplava aqueles 2 milhões de jovens no aeródromo de Cuatro Vientos, alguns dados anunciados me fizeram pensar: 1.560.000 celulares estavam ativos no momento da tempestade de sábado à noite. 17 tendas eucarísticas com capacidade para mil pessoas foram instaladas para a exposição do Santíssimo nas margens desse imenso descampado, e pude testemunhar o fluxo de jovens durante todas as horas da madrugada para rezar, num revezamento quase que combinado, enquanto os demais dormiam ao relento, em seus sacos de dormir.

Os jovens que contemplava eram de todos os cantos do mundo, mas chamou-me a atenção, pelos traços físicos e pelas bandeiras enroladas nas mochilas, que muitos eram holandeses, franceses, dinamarqueses, austríacos, suecos, alemães, russos, chineses... todos com muito bom aspecto!

Enquanto os “anjos maus” provocavam raios, chuvas e furacões naquela noite mágica, talvez descontentes com o que viam, meus anjos bons também o faziam, mas de forma positiva na minha mente. Um imenso clarão relampejou: “Está nascendo uma nova geração de jovens!” Jovens que estão fartos da mentira do materialismo hedonista, de uma vida sem rumo e sem sentido, sem valores e sem ética. Jovens que estão descobrindo novas formas de se comunicar, entre si e com Deus, talvez enfraquecendo ou neutralizando uma mídia muitas vezes perversa. O verdadeiro Amor é a grande motivação desses jovens, não os namoricos efêmeros da balada de um sábado à noite... Permanecer ajoelhado num chão incômodo para adorar a hóstia consagrada numa noite tempestuo­­sa só é possível de forma livre e autônoma quando já se descobriu a transcendência da vida.

Tendo em vista esse clarão, penso que nós professores temos de estar preparados para essa nova onda que, mais cedo ou mais tarde, chegará ao Brasil. E o que podemos fazer? Parece-me que necessitamos refletir com calma na mensagem que o Papa deixou aos professores no El Escorial durante esta Jornada da Espanha. Seleciono o seu núcleo principal:

“Mas onde poderão os jovens encontrar estes pontos de referência numa sociedade vacilante e instável? Às vezes pensa-se que a missão de um professor universitário seja hoje, exclusivamente, a de formar profissionais competentes e eficientes que satisfaçam as exigências laborais de cada período concreto. Diz-se também que a única coisa que se deve privilegiar, na presente conjuntura, é a capacitação meramente técnica. Sem dúvida, prospera na atualidade essa visão utilitarista da educação universitária, difundida especialmente a partir de âmbitos extrauniversitários. Contudo, vós que vivestes como eu a Universidade e que a viveis agora como docentes, sentis certamente o anseio de algo mais elevado que corresponda a todas as dimensões que constituem o homem. Como se sabe, quando a mera utilidade e o pragmatismo imediato se erigem como critério principal, os danos podem ser dramáticos: desde os abusos de uma ciência que não reconhece limites para além de si mesma, até ao totalitarismo político que se reanima facilmente quando é eliminada toda a referência superior ao mero cálculo de poder. Ao invés, a genuína ideia de universidade é que nos preserva precisamente desta visão reducionista e distorcida do humano.”

Precisamos, portanto, em primeiro lugar, redescobrir nossa missão de professores como uma tarefa muito mais ampla que o mero ensino-aprendizagem de uma matéria específica. Temos de nos conscientizar com frequência de que esse conteúdo disciplinar deve ser apenas um veículo para que nossos alunos alcancem algo muito mais profundo, que é a verdade sobre eles mesmos e sobre o mundo que os cerca. Quando isso é feito com sabedoria, conquista-se o fim último da educação: a posse da verdadeira liberdade, que culminará num bom comportamento ético. E, em segundo lugar, nos urge essa tarefa, sempre difícil, de encontrar tempo para uma formação continuada nesses saberes éticos, que nem sempre, por diversos motivos, estão muito presentes em nossos estudos. Opino que somente dessa maneira nós professores estaremos preparados para trabalhar com a futura geração que se avizinha.

João Malheiro é doutor em Educação pela UFRJ. E-mail: malheiro.com@gmail.com Blog: escoladesagres.org

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Gazeta do Povo – 12-09-2011

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Gazeta do Povo
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