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23/07/2010 - Por que os filhos fogem de casa?

Abuso ou expectativa de encontrar algo melhor fora do ambiente familiar ainda impulsionam crianças e adolescentes a escapar
 
 
 
Como toda adolescente que um dia se rebela contra os pais, Luciana (nome fictício), 17 anos, encantou-se por amigos com ideias bastante diversas das que estava acostumada. Sentindo-se ameaçados, os pais proibiram a menina de manter a amizade e, revoltada, ela decidiu fugir: deixou um bilhete e partiu. Preocupado, o pai acionou o Conselho Tutelar, polícia e até o Juizado de Menores. Há dias sem saber do paradeiro da filha, torce para que ela volte para casa.

Fugir é saída comum para crianças e adolescentes que experimentam situações ruins em casa, principalmente atos de abuso, seja sexual, físico ou psicológico, sem distinção de classe social. Expectativa de encontrar algo melhor fora do ambiente familiar também impulsiona as fugas.

E existe ainda a famosa fugidinha para a casa da avó, do tio ou do amigo, quando os pais criam muitas regras. ''Nesses casos, a criança acaba dando uma voltinha no quarteirão e retornando para casa'', cita o psicólogo Alex Eduardo Gallo, especialista em violência intrafamiliar.

Meninos fogem mais em busca de liberdade, já meninas esperam que um companheiro cuide delas. Mas o fugitivo deixa rastros, levando consigo só os bens mais pessoais.

''Saber onde, com quem e o que o filho está fazendo é obrigação dos pais e o diálogo também é importante. Conversar abertamente, sempre dizendo a verdade, e mostrar, com dados, o quanto a realidade fora de casa pode ser difícil ajuda a tirar a ideia da cabeça do jovem'', indica o psicólogo. O ato, na opinião do especialista, é caracterizado pelo impulso, pois se o jovem planejar muito acaba desistindo.''

Gallo destaca ainda que muitos fugitivos não voltam para casa por vergonha ou por medo, preferindo ficar nas ruas, onde, sem poder matar a fome, entram para o crime. ''Pequenos furtos e até esquemas de roubo e tráfico, no caso dos meninos, e prostituição, no caso das meninas, que também podem buscar a proteção de traficantes, tornando-se mulheres do tráfico'', afirma o psicólogo.

Mariana Guerin - Reportagem Local

Folha de Londrina – 20-07-2010
 

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Folha de Londrina
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