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15/10/2009 - 'Não vamos sair do quartel para combater o narcotráfico'

Paranaense responsável pelo comando militar da Amazônia diz que para proteger o território as Forças Armadas precisam estar convenientemente equipadas 
 
 

General Luís Carlos Gomes Mattos garante que o Exército está pronto para cumprir a missão constitucional de defender a soberania

Pela segunda vez consecutiva um paranaense está à frente do Comando Militar da Amazônia (CMA). Sucessor do general curitibano Augusto Heleno, o também general Luis Carlos Gomes Mattos, 62 anos, nascido em União da Vitória, no sul do Estado, assumiu no mês de abril a missão de comandar 26 mil homens distribuídos por quatro milhões de quilômetros quadrados de território e defender uma linha de fronteira de 11,5 mil quilômetros.

Filho de um policial civil, ele morou em Campo Mourão e Peabiru (região noroeste) e orgulha-se de ter comandado o 20º Batalhão de Infantaria Blindado na Capital, onde também estudou no colégio militar.

Nesta entrevista à FOLHA, o general Mattos fala sobre as dificuldades que encontra no trabalho de defender as fronteiras de uma região do planeta para a qual estão voltados os olhos do mundo todo.

Quais são as maiores dificuldades que o senhor enfrenta atualmente?

A minha principal diretriz é que não falte nada em cada um dos nossos 28 pelotões de fronteira. Nos batalhões, que estão em cidades maiores e mais estruturadas, como é o caso de Tabatinga (AM), pode até faltar alguma coisa. Aqui em Manaus pode faltar até mais, porém, nos pelotões de fronteira nada pode faltar. Eles estão isolados. Para chegar até o batalhão de Cruzeiro do Sul (AC) uma balsa leva 45 dias. Essas dificuldades logísticas têm que ser pensadas com muita antecedência. É diferente da Região Sul do país. Na Amazônia as estradas praticamente não existem. Só dispomos de aviões ou barcos. Com o avião há uma limitação de carga e de condições atmosféricas. Não dá para mandar nada de um dia para o outro se o tempo estiver ruim. Com o barco o problema é o grande tempo de deslocamento de um ponto para outro.

O Ministério da Defesa estuda implantar uma secretaria de compras para adquirir os equipamentos do Exército, Marinha e Aeronáutica. Isso ajudaria ou atrapalharia a sua logística?

Essa tal secretaria de compras vai comprar os materiais que são comuns às três forças, mas os que são particulares de cada força vão continuar sendo comprados separadamente. A secretaria vai trabalhar com o macro. O nosso Ministério da Defesa é muito novo e está fazendo correções de rumo. Penso que devemos ousar, mudar aquilo que não está dando certo, mas na mudança é preciso ter humildade para reconhecer e voltar atrás se não der certo.

Sempre que se fala em Amazônia vêm à tona duas questões: a presença do narcotráfico e o desmatamento. Como o Exército pode ajudar no combate desses crimes?

Temos que lembrar que o País tem instituições para cuidar de cada coisa. Não é missão do Exército combater o narcotráfico, mas nós o fazemos, apoiados pela Lei 117 de 2004, que nos dá poder de polícia na faixa de fronteira e permite aos nossos homens ter uma atitude se toparem com um ilícito como tráfico de drogas ou desmatamento. Porém, isso não significa que o Exército vai combatê-los. A nossa missão constitucional é a defesa da soberania. A missão de combate ao tráfico, contrabando e crimes ambientais cabe a outros órgãos, como Polícia Federal, Receita Federal, Ibama... Porém, a nossa área de fronteira é muito grande e essas instituições talvez não tenham um efetivo, uma estrutura, que permita cumprir totalmente com o seu trabalho. É por isso que existem muitas parcerias entre o Exército e outras instituições federais. Contudo, ninguém vai sair do quartel para combater traficante, mas se sair do quartel e encontrarmos com eles estamos amparados legalmente para agirmos como polícia. Quanto ao desmatamento, é uma missão típica do Ibama, mas por termos maior estrutura logística sempre estamos apoiando-os.

A invasão da Amazônia por outros países é uma ameaça real?

Nem é ameaça nem é ''história da carochinha''. O dispositivo que adotamos é preocupado com a nossa missão constitucional, que é a defesa da soberania. O povo brasileiro não vai nos perdoar na hora em que descuidarmos disso. Para defendermos a nossa soberania é preciso estarmos equipados e armados convenientemente.

Wilhan Santin - Enviado a Manaus

Folha de Londrina – 11-10-2009

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Folha de Londrina
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